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Inteligência Artificial

Israel, Inteligência Artificial em Operações Militares: Eficácia versus Controvérsia

Frank Nozalski
Escrito por Frank Nozalski em 8 de outubro de 2023
3 min de leitura
Israel, Inteligência Artificial em Operações Militares: Eficácia versus Controvérsia
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Olá, pessoal do Jovem Digital! Hoje, vamos abordar um tema que está ganhando cada vez mais destaque e gerando polêmica: a utilização da Inteligência Artificial em operações militares. Recentemente, oficiais militares israelenses revelaram à Bloomberg que estão utilizando um sistema de IA para auxiliar na seleção de alvos para ataques aéreos. Vamos entender melhor sobre isso?

A IA no Campo de Batalha

O sistema de IA, segundo os militares, é capaz de processar uma quantidade massiva de dados para identificar os alvos mais apropriados para ataques aéreos. Mas a coisa não para por aí. Depois que os alvos são escolhidos, outro modelo de IA, batizado de Fire Factory, entra em ação. Ele é responsável por calcular as cargas de munição, distribuir os alvos entre as aeronaves e drones e, por fim, sugerir um cronograma para a realização dos ataques aéreos.

Vale lembrar que esses sistemas são supervisionados por operadores humanos, que têm a tarefa de avaliar e aprovar cada alvo e plano de ataque. De acordo com um oficial militar israelense, essa tecnologia tem permitido que as operações sejam realizadas com muito mais rapidez.

Israel, Inteligência Artificial em Operações Militares: Eficácia versus Controvérsia
Israel

A Eficiência da IA

O coronel Uri, responsável pela unidade de transformação digital do Exército, afirmou que “o que costumava levar horas agora leva minutos, com mais alguns minutos para revisão humana”. Ele complementa, “Com a mesma quantidade de pessoas, fazemos muito mais.”

A Controvérsia da IA em Operações Militares

Porém, como em qualquer avanço tecnológico, existem críticos que alertam para os riscos inerentes à dependência de sistemas cada vez mais autônomos. Tal Mimran, professor de direito internacional na Universidade Hebraica de Jerusalém e ex-assessor jurídico do exército, questionou: “Se houver um erro no cálculo da IA, e se a IA não for explicável, então quem culparemos pelo erro? Você pode exterminar uma família inteira com base em um erro.”

Minha Opinião

Embora a eficiência da IA em operações militares seja impressionante, é importante considerar os riscos e as questões éticas envolvidas. Como o professor Tal Mimran apontou, um erro pode ter consequências devastadoras. Acredito que a tecnologia deve ser usada para aprimorar as operações militares, mas sempre com cautela e supervisão humana constante. E você, leitor, o que pensa sobre isso? Deixe seus comentários, vamos adorar saber a sua opinião!

Leia mas sobre as aplicações de IA no Jovem Digital: Inteligência Artificial

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